Quinta-feira, 9 de abril de 2026

Medicamentos podem ficar mais caros a partir desta semana

Reajuste pode chegar a 3,81%, mas aumento não é obrigatório, diz Anvisa
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Os preços dos medicamentos no Brasil podem sofrer reajuste de até 3,81% a partir desta terça-feira (31). O novo limite foi definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos.

Apesar disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária informou que o aumento não é automático. Ou seja, farmácias e fabricantes podem optar por aplicar reajustes menores ou até manter os preços atuais.

Percentuais variam conforme concorrência

O reajuste segue três níveis, de acordo com o tipo de medicamento:

  • Até 3,81% para remédios com maior concorrência
  • Até 2,47% para concorrência média
  • Até 1,13% para baixa ou nenhuma concorrência

Alguns produtos, como fitoterápicos e homeopáticos, seguem regras específicas.

Reajuste é o menor dos últimos anos

Segundo a Anvisa, o reajuste médio deve ficar em até 2,47%, sendo o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação recente.

A medida faz parte de uma política para controlar preços e evitar abusos no mercado farmacêutico.

Como funciona o aumento

O reajuste dos medicamentos ocorre uma vez por ano e leva em conta a inflação e fatores ligados à produtividade da indústria.

O objetivo é equilibrar os preços, garantindo acesso da população aos remédios e, ao mesmo tempo, manter o funcionamento do setor.

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