A Polícia Civil identificou os irmãos Camillo e Gabriel Zahran como os principais responsáveis por um esquema de fraudes bancárias que teria causado prejuízos milionários a empresários de diferentes regiões do país. Eles são alvos da Operação Castelo de Cartas, deflagrada pela Delegacia Especializada em Investigações Criminais (Deic) de São José do Rio Preto (SP).

Segundo as investigações, os suspeitos lideravam uma associação criminosa que prometia altos rendimentos financeiros por meio de investimentos falsos. Para dar aparência de legalidade, o grupo criou empresas de fachada e simulava vínculo com um tradicional grupo empresarial do setor de gás e energia, pertencente à família Zahran — relação que, de acordo com a polícia, não existe.

Durante a operação, bens foram apreendidos, incluindo dinheiro, veículos de luxo, joias, relógio de alto valor e documentos. Um dos irmãos tinha mandado de prisão em aberto e não foi localizado, sendo considerado foragido. O outro foi ouvido pelas autoridades.

A primeira fase da operação ocorreu em São José do Rio Preto, onde um suspeito foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. Já a segunda fase foi realizada em Campo Grande, com cumprimento de mandados de busca e apreensão em condomínios de alto padrão no bairro Carandá Bosque.

As investigações começaram em abril de 2025, após vítimas procurarem a polícia ao perceberem que não receberiam os lucros prometidos. Até o momento, os crimes apurados incluem estelionato e fraude eletrônica. A polícia segue investigando o caso para identificar outros envolvidos e ampliar o levantamento dos prejuízos causados. (midiamax.com.br).

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