A maior parte dos deputados estaduais de Mato Grosso do Sul deve buscar a reeleição nas eleições deste ano. Dos 24 parlamentares que compõem a Assembleia Legislativa (Alems), apenas três sinalizam a intenção de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, em Brasília: Mara Caseiro (PSDB), Neno Razuk (PL) e Roberto Hashioka (União Brasil).
PSDB mantém maioria, mas pode perder nomes
No PSDB, os deputados Jamilson Name, Lia Nogueira, Paulo Corrêa, Pedro Caravina e Zé Teixeira devem concorrer à reeleição. A exceção é Mara Caseiro, que se articula para disputar uma vaga federal. Entre os tucanos, apenas Lia Nogueira e Pedro Caravina devem permanecer no partido.
MDB tenta manter bancada, mas há risco de mudança
O MDB deve lançar seus três deputados estaduais à reeleição: Junior Mochi, Marcio Fernandes e Renato Câmara. Fernandes, no entanto, demonstra insatisfação com a sigla e avalia trocar de partido para tentar mais um mandato.
PT e PL já definem estratégias
No PT, os parlamentares Gleice Jane, Pedro Kemp e Zeca do PT pretendem disputar a reeleição.
Já no PL, estão filiados Coronel David, João Henrique Catan e Neno Razuk. Catan cogita disputar o Governo do Estado, embora ainda avalie se permanecerá no partido. Razuk, por sua vez, é pré-candidato a deputado federal.
PP, PSD e outras siglas
O PP conta com Gerson Claro, atual presidente da Alems, e Londres Machado, recordista nacional de reeleições consecutivas, eleito desde 1971. Claro já manifestou interesse em disputar o Senado, mas condiciona a decisão a conversas internas no partido.
Lídio Lopes e Lucas de Lima estão sem partido e devem definir nova filiação durante a janela partidária, prevista para abril, visando à reeleição.
Também são pré-candidatos à recondução ao cargo Pedrossian Neto (PSD), Paulo Duarte (PSB), Antônio Vaz (Republicanos) e Rinaldo Modesto (Podemos).
Possíveis mudanças no tabuleiro
No União Brasil, Roberto Hashioka avalia disputar uma vaga na Câmara Federal. Caso confirme a candidatura, abrirá espaço para que sua esposa, Dione Hashioka, tente uma vaga na Alems.
Paulo Duarte já confirmou que deixará o PSB, apesar de apoiar o governador Eduardo Riedel — posição diferente da adotada pelo partido. Já Rinaldo Modesto também deve trocar de legenda e se filiar ao União Brasil, sigla comandada em MS por sua irmã, Rose Modesto. (midiamax.com.br).
